Dicas para fazer a Rota do Românico
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18 Dicas para fazer a Rota do Românico

Três rios – Sousa, Douro e Tâmega – protagonizam a Rota do Românico, um verdadeiro legado de um estilo arquitetônico que nos transporta para a fundação da nacionalidade de Portugal, na idade média, e ilustra a importância deste território na história da nobreza e das ordens religiosas no país. Esta rota, ainda poupo popular, nos leva a descobrir um concentrado de natureza, história e cultura que não se encontra em qualquer lugar. Preparado para à descoberta de um Portugal de outros tempos?

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Dicas para fazer a Rota do Românico: uma rota fora do óbvio

1 – A rota é composta por 58 monumentos, divididos em três percursos: Vale do Sousa, Vale do Douro e Vale do Tâmega que ficam na região norte de Portugal. Escolha um dos percursos e comece a descobrir a rota!

2 – A rota está presente em 12 cidades do noroeste de Portugal: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreiras, Paredes, Penafiel e Resende.

3 – Os monumentos da Rota do Românico – mosteiros, igrejas, capelas, castelos, torres, pontes e memoriais – constituem testemunhos de pedra de uma identidade construída entre os seculos XII e XIV.

4 – Comece a Rota do Românico pelo Vale do Sousa, na cidade de Lousada onde está o Centro Interpretativo do Românico. Além de pegar o Mapa Oficial da rota, poderá ter uma aula introdutória de tudo o que irá encontrar nos percursos.

5 – Antes de iniciar a rota, faça um roteiro e agende as visitas por telefone (255 810 706 | 918 116 488) ou email ( visitarrr@valsousa.pt), quer seja guiada ou não. Não vai querer perder tempo fazendo desvios desnecessários pelo percurso, muito menos encontrar aquele mosteiro que tanto queria visitar, de portas fechadas, neh?

6 – A maioria dos monumentos da Rota do Românico estão fechados. Para visitar o seu interior, há duas opções: agendar a visita, com pelo menos três dias de antecedência, ou visitar no horário da missa.

7 – Evite fazer a Rota do Românico numa segunda-feira, pois neste dia as visitas não são realizadas.

8 – Faça download do app da Rota do Românico para ter acesso as informações oficiais e outras que possam auxiliar durante o percurso.

9 – Compre, nos postos de turismo ou no Centro Interpretativo do Românico, o passaporte da Rota do Românico e vá carimbando nos monumentos que visitar. Leia o glossário sobre a arquitetura românica e divirta-se respondendo as perguntas sobre os monumentos para depois ganhar um prêmio.

10 – A Rota do Românico é bonita e interessante para ser explorada em qualquer época do ano. No inverno, nos dias frios e com nevoa, a paisagem fica ainda mais bucólica. No verão, com os dias de sol e céu azul, a paisagem, naturalmente fica mais viva e colorida.

11 – Se for fazer a rota em dias seguidos, opta por se hospedar numa casa de turismo rural para sentir a verdadeira essência do interior do Norte de Portugal. Há tantas hospedagens genuínas como a Casa do Valxisto Country House em Quintadona ou o Solar Egas Moniz em Paço de Sousa.

12 – O acesso aos monumentos de transporte público é muito complicado, para não dizer inexistente. Se não possui um transporte particular, alugue um carro na Rental Cars.

13 – Os percursos estão muito bem sinalizados! Frequentemente aparecem placas que confirmam a presença na “Rota do Românico” e a indicação para cada um dos monumentos a visitar.

14 – Se é um apaixonado por vinhos, visite as quintas produtoras de vinho que estão localizadas no percurso da Rota do Românico. Como por exemplo, a Quinta da Aveleda, produtora do vinho Casal Garcia, que está no Vale do Sousa.

15 – Aproveite para explorar a Rota do Românico, além dos monumentos. Visite o Museu da Broa, Castro de Monte Mozinho, Fundação Eça de Queiroz, Conjunto Megalítico da Serra da Abobereira, Cidade Romana de Tongobriga, Casa de Pão de Ló de Margarida e a Aldeia de Quintadona, em Penafiel para conhecer uma aldeia típica portuguesa que tem o seu patrimônio arquitetónico muito bem preservado. Se for até lá, não deixe de visitar a Casa da Viúva Wine Bar, nem que seja para beber uma taça de vinho.

16 – Ainda na Rota do Românico, percorra a pé, de bicicleta ou de carro os centros históricos, as aldeias serranas, as serras da Aboboreira, do Marão e de Montemuro e os vales verdejantes que se espelham nos rios. Aproveite para fazer rafting pelo Rio Paiva.

17 – Na hora que der fome, lembre-se de experimentar a Lampreia à Bordalesa, a Posta Arouquesa ou o Anho Assado. Acompanhe com o divinal vinho Verde da região!

18 – Nos doces, destaque para as Cavacas de Resende, as Cerejas de Resende, os Doces Conventuais de Amarante ou as Fatias do Freixo de Marco de Canaveses. Ou então, na Casa senhorial de Juste, pode experimentar os workshops de doces e compotas que valorizam a gastronomia tradicional da região.

 

Sobre o projeto “Nós na Rota do Românico”

Com o objetivo de promover a Rota do Românico, uma experiência turística fora do óbvio, vamos regressar nos séculos da história de Portugal e viajar para explorar novos pontos do norte do país.

“Nós na Rota do Românico”, é um projeto inteiramente produzido pelos blogs “Aqueles que viajam” e “O Porto encanta”, com o apoio da Rota do Românico.

 

Leia todos os artigos do “Nós na Rota do Românico”

📌 Do Porto para… Lousada. No Centro de Interpretação do Românico

📌 Aqueles que viajam para Lousada

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Gostou das dicas? Acompanhe a Rota do Românico através da #nosnarotadoromanico no Intagram do Aqueles que Viajam.

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