fbpx

Aqueles que viajam pela Rota Vicentina de bicicleta

Viajar de bicicleta pela Rota Vicentina nos leva pelos destinos e caminhos mais autênticos de Portugal. As pequenas e caricatas vilas de casinhas caiadas a branco junto das praias quilométricas e selvagens dão as boas vindas àqueles que se deixam levar pela calma que reside na Costa Sudoeste portuguesa. Aqui, o tempo passa sem pressa!

A beleza das praias, no Alentejo e no Algarve, dispensam apresentações. Muitas delas preservam a sua beleza original, pois estão inseridas na zona protegida do Parque Natural. Há areais cheios de vegetação, dunas em tons terra e rochas de diferentes cores: preta, vermelha, bege… Há falésias, cabos pontiagudos, enseadas selvagens e desertas. Há casinhas fofas e vilas piscatórias – algumas são as casas dos locais e outras… abertas para ser de quem as quiser.

Feche o alforge, ponha o capacete e bora pedalar!

Leia também:
Roteiros de viagem de Bicicleta

Viajar de bicicleta pela Rota Vicentina

Rota Vicentina

Com uma extensão de 750 km, a Rota Vicentina é uma rede de percursos pedestres e de BTT, ao longo da costa sudoeste de Portugal. A rota pode ser feita a pé ou de bicicleta e está dividida da seguinte forma:

Caminho Histórico: De Santiago do Cacém ao Cabo de São Vicente, em Sagres.

São cerca de 263 km pelo litoral alentejano e caminhos rurais. Neste percurso, a paisagem é predominada por vales, montes, ribeiras e rios, atravessando o montado alentejano. Em média, cada etapa possui 20 km e pode ser feita a pé ou de bicicleta. Basta seguir a sinalização vermelha e branca.

Trilho dos Pescadores: De São Torpes a Lagos.

São 226 km, sempre junto ao mar! Que sonho! Esta é a melhor forma de conhecer a Costa Alentejana e Algarvia como a palma da mão, pois o percurso passa – na sua maioria – por cima das falésias. Basta seguir a sinalização verde e azul.
Muitas das etapas são feitas em terreno arenoso, com muitas pedras e em trilha estreita, tornando-se inviável para pedalar. Infelizmente!

Percursos Circulares: São 24 percursos circulares que podem ser feitos em menos de um dia ou junto de outras rotas. Basta seguir a sinalização vermelha e amarela. Ao total, são 263 km e cada percurso tem, no máximo, 16 km!

Fazer a Rota Vicentina é uma das experiências mais incríveis que se pode ter em Portugal, pois permite conhecer a Costa Alentejana, no litoral do Alentejo e a Costa Vicentina, no Algarve.

Como chegar na Rota Vicentina

A Rota Vicentina inicia em Santiago do Cacém, a mais ou menos 145 km de Lisboa. Mas há quem opte por iniciar a partir de outras cidades, como por exemplo em Tróia, acessível através de ferry, saindo de Setúbal ou em Sines, acessível através de ônibus pela Rede expresso.

A bicicleta

Por questões de logística e comodidade, opte por alugar uma bicicleta. As vantagens são muitas!

  • Facilidade no deslocamento até o início do ponto de partida
  • Escolher uma bicicleta adequada para o terreno que irá pedalar. Uma bicicleta com pneu híbrido acaba por ser a escolha perfeita, na minha opinião
  • Equipar a bicicleta com os melhores acessórios. Precisa de mais um alforje ou esqueceu a bolsinha que fica no guião? A loja tem!
  • Suporte e assistência o tempo todo, sem contar nas melhores dicas do que está por vir!
  • Ainda pode pedalar numa bicicleta melhor do que pedala habitualmente – como foi o meu caso. Pensa o quanto foi difícil me despedir da azulzinha? 😬

Onde alugar bicicleta

A melhor solução, em duas rodas, para viajar pela Rota Vicentina (e também por outras rotas do Sudoeste de Portugal) está na Bike Tours Portugal.

Diferente das Agências Tradicionais, a BTP possui – além de toda a infra estrutura para uma viagem de bicicleta – um conjunto de rotas desenhadas para quem ama viajar de bicicleta e de estar em contato com a paisagem natural e a cultura local.

As rotas, desenvolvidas pelo Ricardo González – fundador da BTP, foram pensadas para além da prática esportiva, com paradas em pontos naturais, culturais e gastronômicos. Nos percursos autoguiados, por exemplo, podemos fazer tudo ao nosso ritmo, aproveitando o tempo para interagir com os locais, conseguir surfar pelo caminho ou simplesmente parar para contemplar a paisagem. Quer uma bicicleta para a sua viagem pela Sudoeste de Portugal? Fale com a Bike Tours Portugal!

Roteiro Rota Vicentina

⚠ Importante saber: O roteiro, feito em 5 dias, pode ser concluído em mais ou menos dias. Tudo depende do quanto aguenta ou quer pedalar por dia e de quantos dias tem para o fazer.

📅 DIA 1: De Tróia e Sines – 81,64 km

Antes de começar a viagem de bicicleta, há de pegar uma ferry boat em Setúbal até a Península de Tróia – um dos segredos mais bem guardados de Portugal. pois grande parte do seu território está dentro dos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado, um paraíso de vida selvagem protegido.

A pedalada inicia até a Comporta, sendo interrompida algumas vezes para parar nas praias que surgem pelo caminho. Difícil controlar o tempo, por aqui! 😬

Vai passar pelo Cais Palafítico da Carrasqueira, um cantinho maravilhoso que nasceu para resolver o problema de acesso aos barcos durante a maré baixa, há mais de dois séculos. Como as margens baixas e cheias de lama do Sado dificultam o acesso às embarcações, a população local da pequena aldeia piscatória da Carrasqueira construiu um cais em madeira, com postes e um passadiço. Se jogar no Insta #caispalafiticodacarrasqueira vai se surpreender com o quanto vale uma parada por aqui, especialmente no pôr do sol.

Do outro lado, está o Museu do Arroz, um lugar onde é possível regressar no tempo e compreender melhor a importância deste cereal para a história da Herdade da Comporta.

📝 Aquela dica: atrás do museu, há um caminho de terra batida. Siga por ele, mas… fique atento ao terreno, pois se houver muita areia, há de fugir para a Estrada Nacional.

O percurso segue, na sua maioria, pela Estrada Nacional. Da Comporta, vá até Carvalhal, Melides e de lá até Sines. É puxadinho, principalmente se desviar para ver as praias que não são poucas: Praia do Carvalhal, Raposa, Galé – Fontainhas, Melides, Monte Velho, Fonte do Cortiço e do Areão.

Uns 15 – 20 km antes de chegar em Sines, a Estrada Nacional transforma-se na Auto Estrada sendo necessário fazer um pequeno desvio para um caminho alternativo. Depois de passar por toda a zona industrial de Sines, chegará ao centro. Vai passar por ruas estreitas e miradouros improvisados, perfeitos para descansar depois de um dia de pedalada! Mais do que merecido 😀

📍 Como é Sines?

Sines foi a cidade onde o navegador Vasco da Gama nasceu e viveu a sua infância. A sua casa – não visitável – é uma casa particular e ainda mantém uma placa na fachada em honra a sua memória.

O centro de Sines ainda conserva a sua estrutura medieval, com ruas paralelas ao mar. O grande destaque da cidade vai para o Castelo, em frente a praia Vasco da Gama, que desde o século XIV manteve à distância os visitantes indesejáveis: principalmente piratas e corsários, interessados em roubar as riquezas de Portugal.

Onde dormir: Origens Hostel Sines

📅 DIA 2: De Sines a Vila Nova de Mil Fontes – 48,29km

Sair de Sines pedalando não será problema, exceto se quiser ficar mais tempo nas praias! Vá pedalando a beira mar, até sair da cidade. Mais a frente, vai encontrar um caminho alternativo junto à Estrada Nacional até entrar no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. É a parte do litoral português melhor conservada, com várias espécies de fauna e flora únicas.

Pelo caminho, há várias entradinhas / desvios que levam a praias desertas até chegar na Praia de São Torpes, conhecida por ter a água do mar mais quente do país. Dizem que a temperatura da água, no Verão, chega aos 30 ºC, enquanto o resto do país continua com as águas congelantes. A explicação vem de uma termelétrica que está plantada no fundo do mar e que causa esse fenômeno.

De São Torpes até Porto Covo é uma sequência de praias. Uma mais linda que a outra, com um tom de azul caribense. As falésias completam o cenário, atribuindo uma beleza singular às praias. Difícil escolher qual é a mais linda! 😬

Porto Covo é uma aldeia com pouco mais de mil habitantes. Casinhas caiadas de branco, de portas e janelas azuis, algumas ruelas e praças cheias de charme contrastam na sua perfeição com as praias acessíveis por trilhas ou escadinhas.

Alguns quilômetros depois, chega-se à Ilha do Pessegueiro – uma das praias mais icônicas da Rota Vicentina. Passe pelo forte e siga pelo Trilho dos Pescadores, onde a costa te acompanha, sempre do lado direito. Essa parte da rota é incrível!

📝 Aquela dica: Antes de chegar a Vila Nova de Mil Fontes, há de fazer um desvio até a Praia do Malhão. Só não digo que é uma das mais lindas, pois a concorrência é forte.

A praia do Malhão tem uma rede de passadiços que leva a vários miradouros no topo da falésia com vistas panorâmicas que deixam qualquer um de queixo caído.

📍 Como é Vila Nova de Mil Fontes?

Apelidada como “Princesa do Alentejo”, Vila Nova de Mil Fontes é pequena no tamanho e grande na sua variedade: tem mar e rio, trilhos para andar ou pedalar, tem bares super animados e restaurantes calminhos… Tem uma característica própria, não é à toa que lhe chamam de “terra das três mentiras” pois não é(ra) vila, não é nova e muito menos tem mil fontes.
Em Vila Nova de Mil Fontes, há de escolher um cantinho para ver o pôr do sol: no farol, em frente à praia ou na Praia das Furnas, sentado num dos piers. Ah, que vista!

Onde dormir: Selina de Vila Nova de Mil Fontes

📅 DIA 3: De Vila Nova de Mil Fontes a Odeceixe – 60,98 km

Prepare-se… está prestes a chegar na Costa Algarvia. Mas antes… há que pedalar e muito, pois até chegar em Odeceixe há muitas praias, escondidas entre os vales. Pernas para que te quero!

Saindo de Vila Nova de Mil Fontes, em direção a ponte, subimos até avistar a placa “Zambujeiro” à esquerda. Dali até XXX pedalamos por terra batida, no meio de uma paisagem rural. Vinhas e plantações de frutas e legumes predominam na paisagem.

Um dos pontos altos – e mais incríveis (ops… acho que já disse isso mais em cima, neh? Acho que direi mais vezes. Será inevitável) é o Farol do Cabo Sardão.

Construído ao contrário de todos os outros (sim, é verdade!), o farol tem porta de entrada virada para o mar e o farol voltado para a terra. Completamente diferente do habitual.

Dizem que, na hora de construir o farol, o construtor interpretou mal o projeto da construção, rodando-a 180º. Outro motivo também pode estar relacionado com a distância e a solidão desta costa, longe das inspeções dos responsáveis. Com certeza, nada deve ter sido ao acaso! 🤐

Do Cabo até Zambujeira podemos pedalar pelo Caminho do Pescador. São cerca de 8 km por cima das falésias, sempre junto ao mar, até chegar em Zambujeira do Mar. Essa parte da rota é incrível! – parte III.

📝 Aquela dica: No final deste percurso, há que descer por uma escadinha bem estreita e inclinada até chegar no Porto das Barcas. Aqui, todo o cuidado é pouco! Se viajar com os alforjes, recomendo que os tire para que fique mais fácil carregar a bicicleta. Sim, será necessário carregar a bicicleta!

Zambujeira do Mar é uma pequena vila piscatória com casas simples, coloridas e uma praia, escondida entre os vales. Lindíssima! O mesmo posso dizer de Azenha do Mar. Porém, entre elas há três praias IMPERDÍVEIS: Praia do Carvalhal, Praia dos Machados e Praia da Amélia – que, como o nome indica, era o refúgio preferido da fadista portuguesa. Além, é claro, das praias que levam o nome das vilas Zambujeira do Mar e Azenha do Mar.

📝 Aquela dica: Debruçado sobre o porto de pesca da praia de Azenha do Mar, com uma vista indescritível, o Café Palhinhas não quer ser mais do que já é: uma casa de pasto familiar com toques de café de aldeia que soube tirar partido da panorâmica para ser um café bar.

Estar aqui, na hora do pôr do sol é tão agradável quanto de dia – a ver a praia – ou de noite, com as luzes da esplanada acesas e a praia fazendo som ambiente. Simplesmente poético!

De Azenha do Mar até Odeceixe é num saltinho. Menos de 10 km, sendo uns 5 km de descida, é o desfecho de um dia de pedalada que qualquer ciclista agradece – principalmente depois de enfrentar um desce e sobre, a procura de lindas praias escondida entre os vales.

📍 Como é Odeceixe?

Pacata, pequena e como dizem os portugueses “castiça”. Odeceixe é uma pequena aldeia, que fica no Algarve mas parece no Alentejo, perdida no tempo, com casinhas brancas e algumas ruelas que levam até o Moinho de Odeceixe, onde é possível conhecer todo o processo artesanal de moagem de cereais e ver a aldeia do alto.

5 km de pedalada da aldeia, o que temos? A Praia de Odeceixe, já teve um lugarzinho na lista das sete maravilhas de Portugal, em 2012 – e com razão! A praia, apesar de ficar no Algarve, ainda está incluída na Costa Vicentina. É ali que desagua a Ribeira de Seixe, que divide o Alentejo do Algarve, e que forma uma espécie de ilha com duas praias: uma delas é de água doce e calminha e outra de água salgada e agitada.

Onde dormir: @bohemian_antique_guesthouse

📅 DIA 4: De Odeceixe a Arrifana – 36,63 km

A saída de Odeceixe é ao longo de um vale verdejante, acompanhando a ribeira de Seixe e campos agrícolas. Nas encostas do vale, vemos facilmente muitos bosques de sobreiro (árvores de cortiças) que dão lugar, mais perto da praia, a matos litorais. A Praia de Odeceixe e sua ampla língua de areia entre o mar e a ribeira vão ficando para trás. É hora de pedalar e sentir a brisa do Algarve a bater no rosto.

Até chegar em Alzejur, há que tirar um tempinho para a Praia da Samouqueira, Praia de Vale dos Homens e Praia da Amoreira. Mais uma vez… lindas praias escondidas entre os vales. É o preço que se paga!

Apesar de estar longe das praias (10 km), Aljezur tem o seu valor. Localizada entre a serra e o mar, quando os árabes construíram o castelo no século X, várias ribeiras percorriam a região, permitindo aos barcos subirem até Aljezur. Mas as águas ficaram infestadas com mosquitos que espalharam a malária, sendo necessário mudar a população para um novo centro. Por isso, a vila é dividida em duas partes: a Vila Velha e a Igreja Nova.

📝 Aquela dica: Aljezur é o maior produtor de batata-doce de Portugal. Este legume está presente na gastronomia local, sendo indispensável a sua prova!…

Zanzar pelas suas ruelas, até o Castelo de Aljezur, é mais do que meio caminho para conhecer a vila como a palma da mão.

📝 Aquela dica: Antes de chegar em Arrifana, vá até Ribat da Arrifana – o mais impressionante e historicamente importante conjunto religioso islâmico no Ocidente da Península Ibérica. Trata-se de um sítio quase mítico e único em Portugal. As vistas, pedalando pela Ribat da Arrifana são simplesmente lindas de morres.

📍 Como é Arrifana?

Famosa pela praia que leva o seu nome, Arrifana é uma povoação de pescadores.
Situada numa baía escavada nas falésias de cor negra, a Praia da Arrifana é conhecida pelo combo perfeito: areias finas e douradas, mar azul cristalino, fortes ondas e atmosfera relaxante.

Prepare a máquina fotográfica! Ao caminhar pelas falésias vai parar em vários miradouros naturais que proporcionam vistas incríveis, principalmente para ver a Pedra da Água – um enorme rochedo vertical no mar e… cartão postal da vila.

Onde dormir: Endless Summer Surf House

📅 DIA 5: De Arrifana a Sagres – 59,14 km

De Arrifana até Sagres, há de fazer escolhas. Infelizmente, até chegar no Pontal da Carrapateira, junto a Praia da Bordeira, não há caminhos que interligam as praias. Exceto… se quiser se aventurar no BTT – algo não aconselhável para quem está viajando com alforjes ou bicicletas urbanas.
A Praia do Candal e a Praia de Vale Figueiras são lindas, mas se tem pouco tempo… vá direto pela Estrada Nacional até a Praia da Bordeira. Essa parte da rota é incrível! – parte IV.

São 5 km de pedalada até a Praia do Amado, por cima das falésias, com vistas de tirar o fôlego. Há muitos miradouros e caminhos de passadiço e caminhos sinalizados para quem está fazendo a rota circular.

📝 Aquela dica: Antes de chegar na Praia do Amado, almoce no restaurante Sítio do Forno. Comida caseira e típica com uma vista de tirar o fôlego. Isso está ficando repetitivo, neh?

A Praia do Amado é uma calmaria em forma de praia. Que vontade de ficar, mas… tem sempre um mas!

Até chegar em Sagres há uma explosão de praias, uma mais linda que a outra. Praia da Pena Furada, Praia da Barriga, Praia da Cordoama, Praia do Castelejo, Praia da Ponta da Ruiva, Praia do Telheiro… Porém… todas com acesso bastante difícil para quem está pedalando.

📝 Aquela dica: Se tem tempo e força nas pernas, vá até o Miradouro da Cordoama. Why? Só vai!!!

Das praias até Sagres, há que passar em Vila do Bispo, seguindo sempre pela Estrada Nacional. É um caminho solitário, pois são cerca de 20 km numa reta – ligeiramente inclinada – sem qualquer ponto de parada. Exceto na vila de Vila do Bispo, não há café, restaurante ou posto de combustível.
Aquela Dica: A chegada em Sagres acontece pela Ecovia do Litoral que, infelizmente, está sem manutenção há uns bons anos. Opte por pedalar pela Estrada Nacional!

📍 Como é Sagres?

Ver a imensidão do mar em um horizonte infinito faz de Sagres um lugar único no mapa de Portugal. Conhecida como o Fim do Mundo, onde a terra acaba e o mar começa, Sagres é selvagem, badalada, perfeita para o surf e cheia de monumentos que foram muito importantes na história dos Descobrimentos Portugueses.

A Fortaleza de Sagres – a fortaleza mais ocidental de Portugal e da Europa Continental – e o Cabo de São Vicente o ponto mais ocidental do Algarve que foi o Promontorium Sacrum, local onde os romanos dedicavam ao culto do deus Saturno, sem esquecer da Cerâmica da Raposeira fazem valer a pedalada até Sagres devem estar no roteiro de qualquer pessoa que vai até Sagres.

📝 Aquela dica: Experimente o sorvete de Banana com Chocolate da Gelateria Alice e… depois do jantar, vá na rua dos Bares e faça check nos bares Água Salgada, Pau de Pita, Dromedário Bistrô Bar e Perceve Bar. Mas vá cedo, pois todos eles fecham às 4 da manhã.

Onde dormir: @sagressunstay

O Sagres Sun Stay – Surf Camp & Hostel faz juz ao nome, porém… é tudo isso e muito mais! Localizado junto à estrada principal de acesso à Sagres, há 10 minutos a pé da praia e 2 da Parada de Ônibus (simplesmente perfeito, pois é possível aproveitar a piscina até o último minuto, antes do buzão chegar), o Sagres Sun Stay é classificado como hostel, mas tem quartos privados a preço de hostel. Que tudo, neh?

As instalações são excelentes: tem estacionamento para bicicletas, academia, piscina, terraço, cozinha partilhada, café da manhã incluído (muito importante! E não estou falando de pão com manteiga e Nutella, viu! Estou falando de café da manhã com cara de hotel), tanque para lavar roupa de surf, locker para guardar pranchas, sala de eventos, oficina para bicicletas… Sem contar nas atividades de lazer como as aulas de Yoga e de surfing e os passeios (de bicicleta, a pé, de carro…).

Os quartos compartilhados são super espaçosos, com cortina para manter a privacidade e o descanso noturno e locker com chave. Há também quartos privados (com banheiro privado) e ainda uma varandinha para piscina. Quer um quarto no Sagres Sun Stay? Faça a reserva a partir de 20€!

O Sagres Sun Stay – Surf Camp & Hostel foi pensado para viajantes de vários interesses: casais, famílias, surfistas, mochileiros, grupos, nômades digitais… que procuram por um espaço acolhedor para aproveitar as férias, ter um retiro esportivo ou trabalhar remotamente.

Se chegou até aqui, comente com 🚴‍♂️ ou 🚴‍♀️ e me diga se também vai viajar pela Rota Vicentina de bicicleta, vai!

 

Precisa de ajuda com a viagem? Envie um email para naiara@aquelesqueviajam.com 🥰

 

A viagem de bicicleta pela Rota Vicentina faz parte do projeto Aqueles que Viajam de Bicicleta e foi realizada com o apoio da Portugal Bike Tours e Sagres Sun Stay – Surf Camp & Hostel. As opiniões são todas pessoais e verdadeiras. 

Leave a comment